Os livros de história adoram focar nos pais fundadores. Eles falam sobre assinaturas, debates e declarações. Mas muitas vezes eles encobrem as pessoas que fazem o trabalho pesado nos bastidores. Veja Abigail Adams. Ela não era apenas uma esposa. Ela era o motor.

Seu neto, Charles Francis Adams, disse isso claramente. Ele observou que ela desempenhou um papel significativo na carreira do marido. John Adams é lembrado por seu intelecto e teimosia. Abigail manteve as luzes acesas. Especificamente, ela administrava a fazenda da família. Ela cuidava de seus negócios. Sem essa estabilidade, a sua ascensão política poderia ter estagnado antes de começar.

Ela também estava à frente de seu tempo. Embora muitas mulheres da época aceitassem seu lugar, Abigail recuou. Ela defendeu os direitos das mulheres, especialmente o direito à educação. Ela acreditava que as mulheres mereciam algo melhor do que o confinamento doméstico. Ela também favoreceu a abolição da escravatura. Não foi apenas preferência pessoal. Foi uma postura moral.

Isso é importante hoje. Muitas vezes separamos o sucesso profissional do apoio pessoal. Esquecemos que por trás de cada carreira importante existe muitas vezes uma rede de trabalho não remunerado. Abigail não esperou apenas o retorno de John. Ela construiu a base sobre a qual ele se apoiou.

Então, quando você pensa sobre a influência histórica, olhe para as margens. As notas de rodapé. As cartas enviadas pelo correio. É aí que muitas vezes se esconde o verdadeiro poder. Abigail Adams não apoiou apenas o marido. Ela o capacitou. E ela fez isso enquanto lutava por direitos que provavelmente não veria concedidos durante sua vida.