Joel Barbour não estava tentando ser um modelo. Ele estava tentando ser visto.

Dirigindo pela Highway 211 no estado de Washington. 60 milhas por hora. Davis, de 13 anos, no banco do passageiro, com a boca em movimento, atitude forte o suficiente para ser cortado com uma faca. Joel não se importava que o menino nem estivesse jogando videogame. Ele só queria estabelecer uma hierarquia.

Ele pegou o Nintendo Switch. Abriu a janela. Deixe voar.

“Continue”, disse ele ao garoto. “Vou jogar o seu interruptor.” Davis percebeu seu blefe. Má jogada.

O dispositivo caiu no mato como um trágico frisbee.

Foi muito bom.

Joel admite que a vitória veio com culpa. Seu filho estava chorando, gritando sobre o custo, reclamando sobre a propriedade. Comportamento clássico de adolescente, na verdade. De qualquer forma, o garoto não pagou pelo privilégio da rebelião.

É uma cena feia. Ou talvez apenas honesto.

A internet adorou. Não necessariamente o estilo parental, mas a liberação. Um comentarista descreveu ter quebrado o telefone do próprio filho com um martelo enquanto consertava uma parede de gesso. * Problema de telefone horrível resolvido. * Outro pai jogou fora o telefone de seu filho adolescente, passou por cima dos destroços e considerou esse o seu melhor momento na criação dos filhos.

Estamos todos a apenas um mau humor de nos tornarmos monstros?

As consequências foram rápidas, mas estranhamente educativas. Davis apareceu mais tarde em um vídeo de acompanhamento. O trauma se transformou em uma lição. Ele reconheceu seu desrespeito. Ele admitiu que o fator medo funciona quando as consequências são físicas, imediatas e envolvem eletrônicos caros.

Eles encontraram o Switch, é claro. Remontei tudo. Funciona agora. O vínculo pai-filho provavelmente ainda tem alguma interferência estática.

Joel sugere que outros pais experimentem se estiverem se sentindo testados. Jogue o telefone. Jogue o tablet. Recupere sua sanidade a 65 milhas por hora.

Não é uma educação gentil. É apenas paternidade, despojada das partes boas.